
01 - APARIÇÃO SOCIAL
TRABALHOS
NA CIDADE
Aparições das Masculinidades Embucetadas através das práticas visuais enquanto JOGOS URBANOS IDENTITÁRIOS que articula futebol, corpo dissidente e o direito à cidade. Ou um modus de aparição 'entre' afirmações e subversões das masculinidades. Afinal, "vcs quase conseguiram nos convencer de que a gente não existia!"
01 - APARIÇÃO SOCIAL
TRABALHOS
NA CIDADE
Aparições das Masculinidades Embucetadas através das práticas visuais enquanto JOGOS URBANOS IDENTITÁRIOS que articula futebol, corpo dissidente e o direito à cidade. Ou um modus de aparição 'entre' afirmações e subversões das masculinidades. Afinal, "vcs quase conseguiram nos convencer de que a gente não existia!"
01 - APARIÇÃO SOCIAL
TRABALHOS
NA CIDADE
Aparições das Masculinidades Embucetadas através das práticas visuais enquanto JOGOS URBANOS IDENTITÁRIOS que articula futebol, corpo dissidente e o direito à cidade. Ou um modus de aparição 'entre' afirmações e subversões das masculinidades. Afinal, "vcs quase conseguiram nos convencer de que a gente não existia!"
Aparições das Masculinidades Embucetadas através das práticas visuais enquanto JOGOS URBANOS IDENTITÁRIOS que articula futebol, corpo dissidente e o direito à cidade. Ou um modus de aparição 'entre' afirmações e subversões das masculinidades. Afinal, "vcs quase conseguiram nos convencer de que a gente não existia!"
01 - APARIÇÃO SOCIAL
TRABALHOS
NA CIDADE

2022 - jogo urbano identitário
Camisas do TIME das Masculinidades Embucetadas em Campo
Rio de Janeiro, RJ, 2022
Este trabalho consiste na apropriação da camisa de um grande e popular TIME de alcance nacional — neste caso, o Clube de Regatas do Flamengo — que também integra o TIME dos meus afetos infantis. A aparição se dá ao substituir o nome do jogador estampado na camisa por identidades e outras nomeações dissidentes ligadas às Masculinidades Embucetadas, fazendo-a circular sobre meu corpos pelos arredores do Maracanã, maior templo do futebol nacional, e entre os afazeres cotidianos na cidade.

2022 - jogo urbano identitário
Não mais que de Repente à Embolada de Gênero
Rio de Janeiro - RJ, 2022
Mais de 100 bolas de futebol são espalhadas e deixadas pela cidade como “presentes” que também funcionam como armadilhas de gênero. Ao trazer em suas superfícies questões de gênero, a bola prega peças na normatividade, coloca em xeque a imagem da masculinidade local, seus simbolos pátrios e traz à tona as Masculinidades Embucetadas, mobilizando o aspecto simples, agregador e afetivo que uma bola sozinha na cidade desperta em quem circula pelos espaços urbanos. O título faz referência à embolada nordestina, marcada pelo improviso, pela oralidade e pelo jogo 'entre' disputa e invenção,

2023 - jogo urbano identitário
Escritas sobre o Campo: por Sra. INVERTIDU DE GÊNERO (1986 - 202XX)
Rio de Janeiro, RJ, 2023
A proposta deste trabalho é espalhar frases pela cidade, articulando arte urbana, escrita acadêmica e futebol para abordar “o campo” em seus múltiplos sentidos. Busca-se atualizar as vozes e escritas dos sujeitos e sujeitas pertencentes ao TIME das Masculinidades Embucetadas, num diálogo que vai das chamadas “invertidas sexuais femininas”, formuladas pelos primeiros sexólogos da ciência moderna no século XIX, às produções dissidentes da contemporaneidade.

2023 - jogo urbano identitário
ISTO NÃO É UMA GENITÁLIA! É preciso não ter culhões para fazer parte das Masculinidades Embucetadas ou Pencas de Balangadã ou Poéticas do que vc tem ou não tem 'entre' as pernas...
Rio de Janeiro - RJ, 2023
Este também é um conjunto de trabalhos em desenvolvimento. Parte dele consiste na produção de zíperes fálicos em papel tracejado, presos à braguilha da calça, assim como triângulos e sobreposições entre essas formas, produzindo um terceiro caminho por sobre os binários da representação para circular em eventos sociais badalados. A aparição traz ao primeiro plano da roupa aquilo que permanece invisível, mas presente, relembrando: ISTO NÃO É UMA GENITÁLIA.
O que acontece quando partes das identidades dissidentes passam a circular em objetos e visualidades massivas?
O que acontece quando partes das identidades dissidentes passam a circular em objetos e visualidades massivas?

2022 - jogo urbano identitário
Camisas do TIME das Masculinidades Embucetadas em Campo
Rio de Janeiro, RJ, 2022
Este trabalho consiste na apropriação da camisa de um grande e popular TIME de alcance nacional — neste caso, o Clube de Regatas do Flamengo — que também integra o TIME dos meus afetos infantis. A aparição se dá ao substituir o nome do jogador estampado na camisa por identidades e outras nomeações dissidentes ligadas às Masculinidades Embucetadas, fazendo-a circular sobre meu corpos pelos arredores do Maracanã, maior templo do futebol nacional, e entre os afazeres cotidianos na cidade.

2022 - jogo urbano identitário
Não mais que de Repente à Embolada de Gênero
Rio de Janeiro - RJ, 2022
Mais de 200 bolas de futebol são espalhadas e deixadas pelas cidades (Rio de Janeiro, Brasilia, Cidade do México, Culiacán, Buenos Aires, La Plata) como “presentes” que também funcionam como armadilhas ou "pegadinhas de gênero". Ao trazer em suas superfícies questões de gênero, a bola prega peças na normatividade, coloca em xeque a imagem da masculinidade local, seus simbolos pátrios e traz à tona as Masculinidades Embucetadas, mobilizando o aspecto simples, agregador e afetivo que uma bola sozinha na cidade desperta em quem circula pelos espaços urbanos. O título faz referência à embolada nordestina, marcada pelo improviso, pela oralidade e pelo jogo 'entre' disputa e invenção. Transposta para as experiências de dissidência de gênero, sexualidade e racialização, a embolada torna-se uma forma de tensionar os regimes sociais de inteligibilidade e produzir outras possibilidades de aparição.

2023 - jogo urbano identitário
Escritas sobre o Campo: por Sra. INVERTIDU DE GÊNERO (1886 - 202X)
Rio de Janeiro, RJ, 2023
ESCRITAS SOBRE O CAMPO: A proposta deste trabalho é espalhar frases pela cidade, articulando arte urbana, escrita acadêmica e futebol para abordar “o campo” em seus múltiplos sentidos. Busca-se atualizar as vozes e escritas dos sujeitos e sujeitas pertencentes ao TIME das Masculinidades Embucetadas, num diálogo que vai das chamadas “invertidas sexuais femininas”, formuladas pelos primeiros sexólogos da ciência moderna no século XIX, às produções dissidentes da contemporaneidade.

2023 - jogo urbano identitário
ISTO NÃO É UMA GENITÁLIA! É preciso não ter culhões para fazer parte das Masculinidades Embucetadas ou Pencas de Balangadã ou Poéticas do que vc tem ou não tem 'entre' as pernas...
Rio de Janeiro - RJ, 2023
Este também é um conjunto de trabalhos em desenvolvimento. Parte dele consiste na produção de zíperes fálicos em papel tracejado, presos à braguilha da calça, assim como triângulos e sobreposições entre essas formas, produzindo um terceiro caminho por sobre os binários da representação para circular em eventos sociais badalados. A aparição traz ao primeiro plano da roupa aquilo que permanece invisível, mas presente, relembrando: ISTO NÃO É UMA GENITÁLIA.
O que acontece quando partes das identidades dissidentes passam a circular em objetos e visualidades massivas?
O que acontece quando partes das identidades dissidentes passam a circular em objetos e visualidades massivas?

O que acontece quando partes das identidades dissidentes passam a circular em objetos e visualidades massivas?
Partindo desse questionamento e da pesquisa desenvolvida desde 2022 sobre as relações entre masculinidades e futebol como suporte para a visibilidade das Masculinidades Embucetadas, foi produzida uma réplica do troféu da Copa do Mundo FIFA (2026). A ação consistiu em acompanhar os jogos da seleção brasileira na cidade do Rio de Janeiro, compartilhando a taça com as pessoas presentes e observando quais imagens, narrativas e afetos eram mobilizados a partir da aparição dessa 'nova' taça. Ao deslocar um dos principais símbolos do futebol mundial, o trabalho investiga como objetos amplamente reconhecidos podem operar como dispositivos de disputa identitária, abrindo espaço para outras formas de identificação, pertencimento e imaginação política. Assim, depois da eliminação do Brasil nas oitavas de final, o trabalho seguiu nas redes sociais incorporando antigas rivalidades do futebol, através das linguagens dos memes e disputas também identitárias para saber quem é o 'novo' país e/ou ídolo do futebol contemporâneo, assim como, o mais ou menos, ANTIRRACISTA, ANTICOLONIAL, ANTIPATRIARCAL, ANTICAPITALISTA E ANTIFACISTA.































































